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Ângela Barreto Xavier (Coordenadora) é Investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Doutorada em História e Civilização pelo Instituto Universitário Europeu, de Florença, é mestre em História e Política e Cultural e licenciada em História e História da Arte pela Universidade Nova de Lisboa. Leccionou na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, foi Maître de Conférences Invitée na École des Hautes Études en Sciences Sociales, e colabora regularmente com a Universidad Complutense de Madrid. Foi ainda Visiting Scholar do Departamento de História da Universidade de Harvard.
Ao longo dos últimos anos tem privilegiado a história das ideias políticas, nomeadamente as articulações entre projectos políticos e mecanismos de inclusão e exclusão (política, social, cultural), bem como a história cultural dos impérios da época moderna, aí privilegiando a produção, selecção e circulação de saberes. Nesse âmbito, tem coordenado e participado em vários projectos e publicado extensivamente.
Entre as suas principais publicações, destacam-se El-rei aonde pòde e não onde quer. Razões da Política no Portugal Seiscentista (1998), D. Afonso VI (2006), com Pedro Cardim; Cultura Intelectual das Elites Coloniais, coord. com Catarina Madeira Santos; A Invenção de Goa. Poder Imperial e Conversões Culturais (2008), Catholic Orientalism. Portuguese Empire, Indian Knowledge, 16th-18th centuries (2014), com Ines G. Županov; O Governo dos Outros. Poder e Diferença no Império Português, sécs. XVI-XX (2016), coord. com Cristina Nogueira da Silva; Monarquias Ibéricas em Perspectiva Comparada, Dinâmicas Imperiais e Circulação de Modelos Administrativos, sécs. XV-XVIII (2018).

Para mais informações sobre Ângela Barreto Xavier e acesso às suas publicações online, veja:
https://lisboa.academia.edu/%C3%82ngelaBarretoXavier
https://www.ics.ulisboa.pt/pessoa/angela-barreto-xavier

 

Nuno Gonçalo Monteiro (Co-Coordenador) é Investigador Coordenador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Doutorado em História Moderna pela F.C.S.H/Universidade Nova de Lisboa e agregado em História pelo ISCTE. Realizou cerca de duas centenas de conferências e comunicações em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Itália, Bélgica, Holanda, Suiça, Áustria, Hungria, República Checa, Uruguai, Brasil, EUA e México, e foi professor visitante em universidades espanholas, francesas e brasileiras. Coordenou vários projectos de investigação internacionais e organizou diversos colóquios e reuniões científicas. Publicou mais de uma centena de títulos.

Para mais informações sobre Nuno G. Monteiro e acesso às suas publicações online, veja:
https://www.ics.ulisboa.pt/pessoa/nuno-goncalo-monteiro

André Godinho é licenciado em História pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (2016), instituição em que se encontra a terminar o mestrado na área de especialização em História Moderna e dos Descobrimentos.
Interessa-lhe sobretudo o estudo da cultura, sociedade e política nos reinos ibéricos durante os séculos XVI e XVII. Neste momento, procura cruzar esses pontos de interesse através da análise das festividades da época como lugares de comunicação e representação política, focando-se nas interacções entre os programas oficiais e possíveis subversões e resistências. Além da investigação para a sua dissertação de mestrado – A invenção do triunfo: memória, saberes e sensibilidades nas entradas régias portuguesas (séculos XVI e XVII) –, tem apresentado várias comunicações sobre estas temáticas. Integra o projecto de investigação “RITUALS: Rituais públicos no império português (1498-1822)” e a equipa da NOVA FCSH do projecto de investigação “RESISTANCE. Rebellion and Resistance in the Iberian Empires, 16th-19th Centuries””

Para mais informações sobre André Godinho e acesso às suas publicações online, veja:
https://fcsh-unl.academia.edu/Andr%C3%A9Godinho

 

António Camões Gouveia é professor de História Moderna na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e membro do CHAM. É doutorado pela Universidade Nova de Lisboa (2003). Para além dos seus trabalhos em história religiosa no Portugal moderno, é especialista em museologia e didática aplicada à disseminação do conhecimento histórico.

Para mais informações sobre António Camões Gouveia e acesso às suas publicações online, veja:
http://fcsh.unl.pt/faculdade/docentes/acg

 

Arthur Curvelo é Doutor em História pelo Programa Interuniversitário de Doutoramento em História (PIUDHist), com filiação ao Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, onde defendeu a tese “Governar Pernambuco e as Capitanias Anexas: O perfil social, a comunicação política e as jurisdições dos Governadores da Capitania de Pernambuco (c.1654-c.1756)”, Mestre em História pela Universidade Federal de Pernambuco (2014) e Bacharel em História pela Universidade Federal de Alagoas (2012). Tem concentrado a sua produção acadêmica na história social das instituições, do poder e das elites na América Portuguesa, com especial interesse nos temas ligados à governabilidade e à comunicação política. Seu principal interesse no projeto Public rituals in the Portuguese empire (1498-1822) reside na análise dos rituais públicos em espaços periféricos do império português.

Para mais informações sobre Arthur Curvelo e acesso às suas publicações online, veja:
http://lattes.cnpq.br/7329169643348793
https://lisboa.academia.edu/ArthurCurvelo

 

Federico Palomo é professor de História Moderna na Universidad Complutense de Madrid (Espanha). A sua investigação é centrada em diferentes questões que dizem respeito à cultura religiosa (e dos religiosos) nos mundos ibéricos da época moderna, quer na Península Ibérica, quer nos espaços coloniais. Em particular, estuda a cultura escrita e intelectual dos missionários jesuítas e franciscanos (práticas, saberes, circulações) nos contextos do mundo português, visando compreender o papel que este religiosos, através dos seus textos, desempenham na construção da realidades imperiais lusas. Recentemente, publicou  enquanto editor o volume La memoria del mundo: clero, erudición y cultura escrita en el mundo ibérico (siglos XVI-XVIII) (Madrid, 2014), bem como o dossier Written Empires: Franciscans, texts, and the making of the Early Modern Iberian Empires, publicado na revista Culture & History Digital Journal, 5/2 (2016). Em 2018, coordenou junto à Ângela Barreto Xavier e Roberta Stumpf o volume Monarquias ibéricas em perspectiva comparada. Dinâmicas imperiais e circulação de modelos administrativos (Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais).

Para mais informações sobre Federico Palomo e acesso às suas publicações online, veja:
https://www.ucm.es/udmoderna/palomo-del-barrio,-federico
https://ucm.academia.edu/FedericoPalomo

 

Isabel Corrêa da Silva é investigadora auxiliar no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e colabora como docente no Mestrado em Estudos Brasileiros da Faculdade de Letras/ICS, da mesma universidade. Doutorada em História pela Universidade de Lisboa (2012), sua tese recebeu os prémios Mário Soares e Vítor de Sá (Universidade do Minho). Autora do livro Espelho Fraterno: o Brasil e o republicanismo Português na transição para o século XX (Divina Comédia, 2013) e cocoordenadora (com Rui Ramos e José Murilo de Carvalho) do livro A Monarquia Constitucional dos Braganças em Portugal e no Brasil (D. Quixote, 2018). Os seus interesses de investigação concentram-se na cultura política e nas representações do poder na monarquia constitucional em Portugal e no Brasil, assim como nas relações luso-brasileiras oitocentistas.

Para mais informações sobre Isabel Corrêa da Silva e acesso às suas publicações online, veja:
https://www.ics.ulisboa.pt/pessoa/isabel-correa-da-silva

 

Joana Fraga é investigadora de pós-doutoramento no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, no âmbito do projecto RITUALS. É doutorada em História pela Universidad de Barcelona (2013) com uma tese sobre a utilização política de imagens no contexto das revoltas da década de 1640 (Three revolts in images: Catalonia, Portugal and Naples, 1640-1647). Foi investigadora de pós-doutoramento na École des Hautes Études en Sciences Sociales e Università degli Studi di Torino. Foi também investigadora de pós-doutoramento no ICS-UL graças a uma bolsa Marie Curie (IF). O seu actual projecto de investigação centra-se na representação dos vice-reis e governadores-gerais no Estado do Brasil e no Estado da Índia no período entre 1640 e 1750. É membro do projecto RESISTANCE (Marie Curie Actions RISE).

Para mais informações sobre Joana Fraga e acesso às suas publicações online, veja:
https://www.ics.ulisboa.pt/pessoa/joana-fraga

 

Kevin Carreira Soares é licenciado (2013) em História e mestre (2015) em História Moderna pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra é aluno do Programa Interuniversitário de Doutoramento em História: Mudança e Continuidade num mundo Global (PIUDHist) e bolseiro da Fundação para a Ciência e Tecnologia (PD/BD/128124/2016). Atualmente, desenvolve tese com o título “Episcopado e Poder: a Construção dos Império Ibéricas na Ásia da Época Moderna” sob orientação de Ângela Barreto Xavier (ICS-UL) e José Pedro Paiva (FLUC).
Áreas de interesse e especialização: História dos impérios ibéricos; História eclesiástica; História Política; História conectada.

Para mais informações sobre Kevin Soares e acesso às suas publicações online, veja:
https://lisboa.academia.edu/KevinCarreiraSoares

 

Laura Fernandez-González é senior lecturer de História e Teoria da Arquitectura na Universidade de Lincoln. É especialista em história urbana e arquitectónica com especial incidência no mundo ibérico na época moderna. As suas áreas de interesse são as trocas arquitectónicas, globalização e adaptação climática, e trabalhou extensivamente na Península Ibérica, Goa e Cuba. Foi também curadora de vários projectos relacionados com património digital. Foi investigadora visitante no Institut of Social Sciences (Universidade de Londres, 2019), Oficina del Historiador em Havana (2019), e professora visitante na Universidade Jaume I (2013) e no Wellesley College (2011).  Publicará com a Penn State University Press o livro “Philip II of Spain and the World. Architecture, Empire, Circulations” (2020), no qual a partir de uma série de casos de estudo, analisa circulações arquitectónicas, visuais e culturais em linha com os debates mais actuais sobre história e teoria da arquitectura. É co-editora do livro “Festival Culture in the World of the Spanish Habsburgs” (Routledge, 2015) e do número especial de Renaissance Studies intitulado “Visual and Spatial Hybridity in the Early Modern Iberian World” (2019).

Para mais informações sobre Laura Fernandez-Gonzalez e acesso às suas publicações online, veja:
https://ulincoln.academia.edu/LauraFernandezGonzalez
https://staff.lincoln.ac.uk/30798c33-cdde-4524-96f0-8781f4f418b3

 

Lisa Voigt é professora no Departamento de Espanhol e Português da Ohio State University desde 2008. É autora de Writing Captivity in the Early Modern Atlantic: Circulations of Knowledge and Authority in the Iberian and English Imperial Worlds (Omohundro Institute of Early American History and Culture/University of North Carolina Press, 2009) e Spectacular Wealth: The Festivals of Colonial South American Mining Towns (University of Texas Press, 2016). Em conjunto com os professors Elio Brancaforte (Tulane) e Stephanie Leitch (Florida State University), Lisa Voigt está a preparar um novo livro provisoriamente intitulado “The Epistemology of the Copy in Early Modern Travel Narratives”, centrado nas ilustrações copiadas e recicladas do mundo não europeu em relatos de viagem europeus. Os seus interesses de investigação centram-se na literatura e cultura da América Latina colonial numa perspectiva transatlântica e comparada, e incluem tópicos como narrativa de capturas e naufrágios nos impérios português e espanhol, historiografia de mestiços na Nova Espanha, e festas barrocas e narrativas de festa nos Andes, Brasil e Portugal.

Para mais informações sobre Lisa Voigt e acesso às suas publicações online, veja:
https://sppo.osu.edu/people/voigt.25
https://osu.academia.edu/LVoigt

 

Miguel Dantas da Cruz é investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. É doutorado em História Moderna (2013), com especialização em Impérios, Colonialismo e Pós-colonialismo. Tem trabalhado sobre o Atlântico português e suas instituições, enquadramentos sociais e dinâmicas económicas. Tem também trabalhado a articulação da cultura militar portuguesa com as visões de império prevalecentes em Portugal e nos seus territórios ultramarinos. Mais recentemente tem centrado a atenção na chegada do liberalismo a Portugal, debruçando-se sobre a disseminação do novo vocabulário político entre grupos populares e sobre as novas noções de representação política. Tem dado especial atenção ao movimento peticionário de 1820-1823, estando a preparar a edição de um livro sobre petições no Atlântico, a publicar pela Palgrave. É um membro muito ativo da comunidade académica, coordenando vários seminários e organizando vários congressos e conferências. Leciona na Universidade de Lisboa e na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, onde é professor convidado.

Para mais informações sobre Miguel Dantas da Cruz e acesso às suas publicações online, veja:
https://www.ics.ulisboa.pt/pessoa/miguel-dantas-da-cruz

 

Miguel Metelo de Seixas, Doutor em História (2010), é investigador integrado do Instituto de Estudos Medievais / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas / Universidade Nova de Lisboa (desde 2011), onde coordena o grupo de investigação “Imagens, Textos e Representações” (desde 2019), e professor auxiliar na Universidade Lusíada de Lisboa (desde 1992). Participa em numerosos projectos de investigação financiada e coordena o projecto “In the Service of the Crown. The use of heraldry in royal political communication in Late Medieval Portugal” (IEM e Universität Münster, financiado por Volkswagen Stiftung). Foi bolseiro de pós-doutoramento (2011-2017) e de doutoramento (2007-2010) FCT, e professor convidado nas seguintes universidades: École Pratique des Hautes Études, Universidade Federal da Bahia, Università degli Studi di Firenze, Université de Poitiers, Università degli Studi di Viterbo e Università degli Studi di Roma III. Na área da heráldica e da história, conta com cerca de uma centena de publicações (livros próprios e coordenados, capítulos de livros, artigos, catálogos de exposições, recensões críticas) editadas em Portugal, Brasil, França, Espanha, Alemanha, Grã-Bretanha e Itália, com destaque para: Heráldica, representação do poder e memória da nação (2011), Estudos de heráldica medieval (coordenação com Maria de Lurdes Rosa, 2012), Quinas e castelos, sinais de Portugal (2019) e Heraldry in Medieval and Early Modern State-Rooms – towards a tipology of heraldic programmes in spaces of self-representation (coordenação com Torsten Hiltmann, no prelo). É presidente do Instituto Português de Heráldica e director da revista Armas e Troféus (desde 2010).

Para mais informações sobre Miguel Metelo de Seixas e acesso às suas publicações online, veja:
https://fcsh-pt.academia.edu/MiguelMetelodeSeixas

 

Pedro Cardim (Lisboa, 1967) é professor associado com agregação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Para além de leccionar no Departamento de História dessa universidade, é também investigador integrado do CHAM – Centro de Humanidades da UNL e da UAç. A sua investigação incide sobre a história do mundo ibérico e ibero-americano entre os séculos XVI e XVIII, tendo publicado vários volumes, capítulos de livros e artigos científicos sobre essa temática. Um dos seus atuais interesses de investigação é a interação entre os povos indígenas e as instâncias de justiça colonial na América Portuguesa, séculos XVI a XVIII.

Para mais informações sobre Pedro Cardim e acesso às suas publicações, veja:

http://www.cham.fcsh.unl.pt/invdet.aspx?inv=PC_0182

 

Sara Ceia é licenciada em História pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (2007) e mestre em História Moderna pela mesma Faculdade (2010) é atualmente doutoranda e investigadora do Centro de Humanidades (CHAM-FCSH) e do Centro de Estudos de História Religiosa (CEHR-UCP). Entre 2013 e 2017 desenvolveu o seu trabalho com o apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). O seu foco de investigação incide sobre a história da cultura escrita e as dimensões sociais e culturais que envolvem o universo das Ordens religiosas nas suas relações com o livro e com escrito ao longo da Época Moderna e incluem abordagens relativas a geografias institucionais de produção e difusão de saberes, contextos e gestos de apropriação e transmissão cultural, condições de produção de enunciados discursivos e lógicas de circulação de textos e de agentes do livro.

Para mais informações sobre Sara Ceia e acesso às suas publicações, veja:
https://fcsh-pt.academia.edu/SaraCeia
https://orcid.org/0000-0002-7810-4075